quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Astecas

Mapa do Império Mexica, em seu auge. o Império dos Astecas durou entre 1325 e 1519, sendo substituído pelos espanhois, o império Asteca, foi o ultimo império mesoamericano, na América do Norte meridional, sendo antecessor o império Tolteca.
O astecas ou mexicas, foram uma civilização que floresceu no atual  território do méxico entre 1325 e 1519, sendo  que após ano de 1519, houve a conquista do império mexicas pelos espanhois. (1519 a 1521)
sementes de Cacau eram moedas de troca, para os astecas, enquanto o ouro, não representava nada, além de  ornar objetos. Para os Espanhois que quando chegram no Continente Americano, não conheciam o Cacau, e por isso não tinha importancia econômica, mas o ouro sim, um importante metal, para o Reino da Espanha, mas devemos respeitar as duas visões de mundo, não devendo menospreza nenhuma.
Maquete representando o Mercado de Tlateloco.
o idioma pelos astecas falados era o nahuatl. os méxicas entraram no Vale do méxico em 1.200 de nossa era e derrotaram o Império Tolteca (900 a 1.200 de nossa era), tendo como capital Tula,  a partir do século XIII, os astecas de mudaram para o  Vale do méxico ou Anahuác, como eles o chamavam. podem ser classificados como um povo nativo da América do Norte, pertencente ao grupo Nahua. os astecas construiram a capital Tenoctitlán em 1325,  após a visão de uma águia comendo uma serpente em cima de um cacto, uma visão enviada aos deuses que ali deveria ser estabelecido uma nova sede de governo. a cidade cresceu e ocorreu o fenômeno das chinampas (fazendas flutuantes), que por ano produzia 7 colheitas. os mexicas, foram habitar o lago texcoco (que foi drenado pelos espanhóis posteriormente), la os mexicas era uma tribo subordinada dos Tepanecas, tinha que pagar impostos altos, mas depois de uma determinada ocasião os mexicas venceram seus opressores e inciaram a construção de novo império, e viraria a ordem da mesoamérica de ponta-cabeça passando de uma tribo dominada, para uma civilização dominante. os Astecas ficaram famosos por construir o Templo Mayor, ou huey  teocalli em nahuatl. o templo era um tributo a dois deuses do panteão asteca tlaloc (o deus da chuva e da agricultura) e huitzilopochtli (o deus da guerra), cada divindade tinha um santuário próprio no topo do  templo. e escadaria própria que conduzia ao santuário de cada deus. segundo as crônicas espanholas, diziam que os Astecas, matavam 20 mil pessoas por dia, para alimentar o deus sol, pois se não fosse feito sacrifício humano (matar pessoas), o sol não nasceria no dia seguinte. no incio o sacrifício de pessoas, em lugares públicos com templos, era uma forma de controle social (isto é o governo controla o população, de alguma forma, no caso incutindo medo na população, porem com o passar do tempo esse ritual, começou a tomar proporções sangrentas e sanguinárias, e virou uma espécie de entretenimento para os clérigos mexicas, e isso levaria ao caminho da auto-destruição. As astecas construíram um sistema duplo de aquedutos, que transportavam água da montanha, e serpenteava até dar uma banheira de pedra, usada pelo própria imperador asteca, que tomava todo banho nela. quando espanhóis viram a capital mexica, pela primeira vez ficaram maravilhados, que chamaram-a de "Veneza do Novo mundo", mas a beleza da cidade não salvaria de sua destruição, comandada por Hernán Cortez, com uma força de 400 homens, alguns cavalos e canhões. Mas a verdade que  os Espanhóis tiveram apoio de povos submissos aos Astecas, isso pode ter ajudado, e la malinche (esposa de Hernan Cortez, nas Américas) ou malinalli  Tenépeatl  ou ainda malinztin em náuatle, ou Doña marina, foi um mulher asteca (da etnia Nahua) da costa do Golfo do México que acompanhou Hernán Cortez e teve um papel decisivo na Conquista do México,  uma vez que falava ao menos 3 línguas. A expressão la malinche! é usada no sentido de traidor ou tradutor. no México e países adjacentes. com forme o tempo passava os povos submetidos pelos Astecas, iam, se juntando ao Espanhóis, pode até ser uma força pequena, mas lembre-se os Espanhóis, tinham um aliado poderoso. os povos subjugados pelos astecas. Um dos episódios que isso pode ter acontecido, foi La Noche triste de Cortez, quando 450 soldados espanhóis foram mortos pelos soldados astecas (guerreiros águia e jaguar), e 4 mil nativos aliados dos espanhóis também. Os astecas festejavam a tal vitória sobre os ibéricos, bebendo em seus crânios (dos soldados espanhóis mortos). Hernán Cortez foi obrigado a fugir, mas ele prometeria que iria se fingar dos astecas. esse evento ocorreu no dia 30 de junho a 1 de julho de 1520, as margens do lago texcoco. mas a vitória seria efêmera, um ano depois (1521), os infelizmente e tristemente, o Reino da Espanha, iria conquista o Império mexica, foi o fim de uma brilhante nação nativa do atual México. templos-pirâmides astecas, foram demolidos para dar lugar a construção de igrejas católicas (um desrespeito a mitologia dos mexicas). mas a pergunta que não quer calar é a seguinte : o que teria acontecido, se os Espanhóis não tivessem entrado em território náuatle e derrotados os mexicas?, quando tempo mais teria sobrevivido o Império dos Mexicas ? não se sabe, talvez uma América melhor ?  ignora-se isso. mas a lembrança de sua civilização, será o testemunho da habilidade, força e inteligência do homem mesoamericano. 

O misterioso Stonehenge brasileiro

Não se sabe quando foi erguido,mas algumas fontes indicam que foi no século 10 (901 -1000), outras entre 2.000 a 1.5000 anos atrás, mas foi aqui no Brasil,numa cidade chamada Calçoene a 400 km de Macapá,
cachorro perto do "stonehenge" brasileiro, em Macapá, Amapá

Vaso de ceramica, encontrado, em sitio arqueológico, próximo ao monumento megalítico
homem exibe mascara ritualística de cerâmica, encontrada no "stonehenge do Brasil"

outra perspectiva, do stonehenge do brasil, aqui pode ver as formações megalíticas.
Uma estrutura de pedra, parecida com o Stonehenge encontrado na Inglaterra, não se sabe quem fez, em porque, mas foram encontrados vestígios arqueológicos, como: vasos e máscaras ritualísticas, acredita que os Povos Nativos do Brasil possam ter construído um Observatório Astronômico. suas estruturas de pedra são classificados por menires ( um menir é um monumento pré histórico, que tem sua pedra cravada no solo), a palavra vem do Gaélico que significa "pedra longa". a muito estudo para saber quem fez, mas uma coisa fica clara, os habitantes da floresta, não eram tão primitivos e selvagens como pensamos, já realizavam grandes obras megalíticas, desconhecidas até então para nós. o local também pode ter sido usado como um antigo templo, para os povos amazônicos, que buscavam orientação através do sol. o sitio arquelógico que encontrada tal estrutura foi chamada de Rego Grande de 30 metros de diâmetro. as pedras eram granito que alcançavam uma altura de 3 metros.

domingo, 21 de agosto de 2011

Civilização Indigena uma cultura perdida

índias do Xingu, comemorando 50 anos de criação do Parque Indígena. 
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Os povos indígenas que aqui habitavam foram exterminadas pelos invasores europeus (portugueses, ou como os Amerindios os chamavam “perós”, e os franceses, os “mairs”, os tupiniquins chamavam o Brasil de Pindorama ou Pindoretama de Pindó – palmeira e rama – terra do tupi terra das palmeiras, os indios adavam completamente nus, tanto homens quanto mulheres, crianças e pessoas idosas,  usavam caminhos de grama pisada chamada de Peabiru que os Incas construíram para eles. estavam na Pré-história, hoje os historiados chamam esse período de Brasil Pré-cabralino (antes da chegada de Pedro alvares Cabral) os indios usavam os macarás (chocalhos usados em rituais), se pintavam com urucum (produzia uma tinta vermelha) o jenipapo (produzia uma tinta azul escura) e o calcário para pintar o corpo de branco. só o cacique, morubixaba ou tuxua podia usar o cocar, os brasilíndios dormiam na rede de descanso o “inni” como eles o chamavam e moravam em ocas ou malocas feitas de madeira e teto de palha.usavam um objeto redondo feito de penas de avestruz chamado Enduap para laçar os inimigos “sumarã” no idioma deles durante a guerra. pois os brasiliindios eram canibais e usavam um instrumento chamado  ibirapema um tipo de tacape executor de batia na vitima e matava. eles usavam um pequeno escudo de  casca de arvore para se proteger do inimigo. a mulheres plantavam as roças (milho, mandioca, pimenta) e criavam animais (tapir, caituti, tatu), antes da chegado dos europeus a galinha era desconhecida (se bem que no México o Peru, pode ser um “primo” distante da galinha/galo. e o avestruz também. e o gado como boi e vaca, não era conhecido nas Américas. a sucerania chefia era passado de pai para filho. Nas festas os indígenas tomavam uma bebida chamada cauim (uma bebida alcoólica tradicional dos povos indígenas do Brasil sua origem se encontra nos tempos pré-cabralinos Ainda é feito hoje em áreas distantes ao longo do Panamá e da América do Sul. Cauim é feito através da fermentação da mandioca ou do milho, às vezes misturados com sucos de fruta). eram antropofágicos, porém os europeus promoveram um genocídio com os índios sendo sua difícil reconstituir com exatidão a historia dos povos pré-cabralinos de Pindorama. "Um holocausto" Ameríndio.   

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Roma antiga a força de um Império

 
Mapa do Império Romano em sua máxima extensão cobrindo uma área de  5 milhões de  km²
guerreiros gauleses
ok vou falar de uma mais aprofundada dessa magnifica civilização do mundo mediterrâneo antigo, suas origens mitológicas datam do século VIII a.C, segundo mito de Romulo  e Remo que foi criado por uma "loba" pode se entender essa metáfora da loba com uma camponesa local e não uma loba de verdade os dois irmãos brigaram pela disputa do trono de roma e romulo matou remo, mas a história verdadeira é que a região foi habitada desde meados dos II milênio antes de cristo, por vários povos, tribos nômades de agricultores e pastores  na época poderia haver uma floresta temperada com pântanos  ainda no século oitava a.C, e os pântanos teriam sido drenados para construir a futura cidade de roma, dominados pelos etruscos desde o século VIII a.C, só em fins do século VI a.C (509 a.C) que os romanos conseguiram emancipação dos etruscos segundo a lenda um rei etrusco chamado Tarquínio, o soberbo tinha um filho muito mimado (sexto )(que queria namorar lucrécia esposa  de um general importante de roma, não conseguindo isso, ele acabou estuprando a mulher e ela não queria contar para o marido o que havia ocorrido te tanta vergonha ela se matou e pai e filho foram expulsos da cidade    da fase de Reino passou a República com medo dos reis etruscos ele agora seriam governados por uma república que em latim significa "res publica" coisa publica que duraria até o ano 27 a.C quando Otávio fundaria o Império tornando o primeiro imperador oficial de roma, um dos grandes feitos de engenharia que muitas pessoas devem conhecer é o Anfiteatro Flaviano erroneamente chamado de Coliseu por havia perto do edifício uma estatua colossal de Nero. construído nos jardins do palácio do imperador Nero, a obra durou 10 anos para ser concluída e servia apenas como uma "ferramenta" de entretenimento para o povo de roma, controlar as mentes dos romanos com jogos sangrentos e mortes indiscriminada de animais com leões, elefantes, rinocerontes, tigres, ursos etc. além da morte de gladiadores em combate. O primeiro saque de Roma, ocorreu em 390 a.C, quase destruído pelos gauleses (um grupo étnico celta, que habitava aonde hoje é a atual França). isso porque os celtas estavam sendo empurrador por outros povos bárbaros dentro dos domínios da jovem República Romana causando destruição e morte, porém os romanos ficaram mais espertos o gládio foi adotado e aprenderam a proteger mais a cidade de invasores. Roma se tornou as passar dos tempos uma civilização forte, venceu os cartagineses nas três guerras púnicas (264 - 146 a.C)
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tipica casa celta (lusitânia), durante o Período Pré-Romano,
a arquitetura das edificações celtas, variava de nação celta para nação celta.
Roma aos poucos se transformou em uma superpotência, incoporando 5 milhões e km² na fase do Império Romano, houve uma fase final da construção do Império no século II de nossa era (101 – 200), apesar da destruição da Civilização Celta  houve um nascimento de uma nova civilização a Europeia durante a Idade média tendo como todas as línguas subsequêntes derivadas do latim (francês, italiano, Inglês, espanhol, romeno e português) houve contribuições como o Senado, na política, os romanos nunca conseguiram chegar ao Oriente se bem que a supostas ruínas romanas na China datando do século I de nossa era (1 – 100) devido ao Império Parto ter derrotado os romanos.

terça-feira, 5 de julho de 2011

A verdeira Altântida parte 2


Afresco do Toureador

Cidade minoana de Akrotiri representada nesse painel
Interior do Palácio de Cnossos, Creta 
Continuando, os primeiros relatos escritos foram feitos na época de Platão (século V a.C) ele deve ter ouvido sobre as antigas civilizações do Mediterrâneo e escrito , por ele mesmo.
os relatos orais, foram passados de geração em geração sobre um passado catastrófico na Ilha de Santorini, na época chama de Thera  Creta era  centro político do mundo minoico e  Thera, o centro comercial. como na Índia a vaca é um animal sagrada, no mundo minoico o touro era um animal venerado, era uma civilização avançada, sofisticada, o Palácio de Cnossos, em seu apogeu, tinha o tamanha de 4 campos de futebol e  1.300 moradias muitas delas a usavam como depósitos, prova que tinha um fim comercial muito importante, mas no palácio de cnossos era usado para cerimônias religiosas e eventos públicos. O touro era uma figura que representava o poder no Mundo minoico, considerada a Primeira Grande Civilização europeia, a ilha de thera se irradiava comercialmente para os outros 3 continentes: áfrica, ásia e Europa,  tinha uma arquitetura refinada e belas obras de artes que decoravam com mural nas paredes de seus edifícios, mas bela que a arte egípicia na mesma época claro!   acredita-se que a tauromaquia, era um passagem da adolescência a vida adulta de um homem minoico, Platão fala que Poseidon governava a Atlântida e quando estes o desobedeceram e ficou zangado e mandou um grande tsunami engolir o local, em 1.620 a.C , um grande tsunami varreu creta e santorini, isso porque as placas eurafricanas se colidiram, empurrando o magma para fora e  causando o pior destrate natural do mundo antigo. para se ter uma ideia da sofisticação as cidades "atlantes" contavam com um sistema de esgotos   que só seria alcançado no século XIX!, incrível pensar nisso, nos tempos atuais, no Reino da Espanha, em pleno século 21, ainda se prática um ritual dos touros com algumas modificações e em países latino-americanos falantes de espanhol, muito indiretamente os minoanos influenciaram socialmente

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A verdeira Altântida

Tipica moradia dos europeus durante a época da existência da civilização minoana.
Imagem de satélite de Santorini, antes da erupção de um vulcão liocal, a ilha, era muito maior do que hoje


Não vou falar da Atlântida, propriamente dita, mas da civilização que criou o mito da mesma. Nossa história começa a 3.500 anos, na ilha de Thera, hoje conhecida como santorini ou santorino,  na época a ilha era muito maior do que hoje, la havia uma civilização avançada socialmente e politicamente, mas não tecnologicamente, sofisticada mas simplória, conhecida como Minoanos, Minoicos ou Minoenses. Na mesma época em que os europeus, moravam dentro de densas florestas, tropicais, temperadas, tundras, e tendo como moradia choças de barro ou cabana de barro,  essa civilização diferente das demais em que sua marca é o patriarcalismo  essa porém as mulheres que dominavam a mesma. Ou seja Matriarcalista. havia arenas, em que se  realizava touradas, em que o toureiro deveria pular em cima do touro, mas não mata-lo, havia lutas de box etc. esse desenvolveram um sistema comercial amplo comercializando seus produtos com Hititas e Egípcios entre outros povos da época. grandes edifícios brancos largos, quadrados espaçosos dominavam as cidades minoanas. Essa civilização existiu entre 3.000 e 1.500 a.C, chegando a influenciar a Civilização Grega, séculos depois, mesmo depois de seu desaparecimento!. Temos que lembra que os Minoanos, se encontravam na Idade do Bronze e se enquadrava na Antiguidade Oriental, tendo como domínio a Religião, em vez da ciência, não sei  quais eram os deuses minoanos, mas com certeza não eram gregos. todos os fenômenos criados pela Natureza como
Deusa das serpentes ou sacerdotisa durante um ritual



Palácio de Cnosos. 
reconstituição da estatua da sacerdotisa

Mulheres minoanas


Mulheres Minoanas 2


chuva, terremoto, furação, trovão, tempestade, era explicado pela existência dos deuses, ou seja estes provocavam  isto. uma erupção de um vulcão local, ocorreu por volta de 1680 a.C, muitos historiadores modernos acreditam que isso possa ter influenciado a criação do mito da Atlântida.  esse vulcão não entrava em atividade fazia 17 mil anos, os moradores, não sabiam explicar o fenômeno e acharam que fosse a fúria ou cólera dos deuses na terra, pois tinham feito algo de errado, que não sabiam o que era,  para enraivecer os deuses, mas não tinha nada haver. apenas um fenômeno criado pela Natureza, muitos animais e pessoas foram em vão sacrificados em vão, para apaziguar a cólera dos deuses. Mas isso não adiantou, os moradores fugiram provavelmente para o Egito, de onde não puderam retornar a Ilha de Thera, Cnossos, também foi atingida pela explosão do vulcão, num raio de 30 km, o vulcão causou destruição uma fina chuva de cinzas vulcânicas, atingiu as ilhas de santorini e creta, que também era habitado por MinoanosPorém em 1.450 a.C, uma outra civilização que também vivia na Idade do  Bronze e se enquadrava na Antiguidade Oriental, que foi descoberta acidentalmente pelo arqueólogo alemão Heinrich Schliemann  que ficou conhecido como Civilização Micênica, sendo uma sociedade patriarcal, socialmente e politicamente pouco desenvolvida e tecnologicamente e militarmente para os padrões da Idade do Bronze, avançada, construíam carros de combate e soldados moviam-se para o campo de batalha "blindados" ou seja com armaduras de bronze e ou estanho. Eles habitavam, onde hoje é Grécia Continental, falavam um idioma própria que não era grego, chamada de Língua Micênica ou Idioma Micênico, eles invadiram a Ilha de Creta, nesse ano, que seria o marco zero da expansão micênica, rumo ao Egeu. eles (os micênicos) dominaram entre 1.400 e 1.200 a.C,  economicamente e culturalmente quase todos os povos do Mediterrâneo Oriental. os Atenienses de Platão, nos diálogos de Timeu e Crítias  são na verdade os micênicos e 9.000 anos são na verdade 900 anos, isso por a história foi floreada ao longo dos séculos. os Micênicos se caracterizavam por uma aristocracia de guerreiros,   falavam uma forma bastante arcaica da língua grega, o dialeto jônico. Escreveram os mais antigos documentos em grego, utilizando um silabário conhecido por escrita linear B, e construíram imponentes cidadelas fortificadas em Micenas e Tirinto (Argólida) e Gla (Beócia)Em 1.200 a.C, uma novo povo que  tinha como organização a tribal, destruiu a civilização Micênica, eles eram os Dórios, mesmo culturalmente inferiores aos micênicos os dórios tinha uma nova tecnologia o ferro! isso mesmo os dórios já se encontravam na Idade do Ferro, com armas de ferro, as armaduras micênicas foram inúteis em  proteger seus usuários, considerados um dos primeiros povos bárbaros da história, eles devastam a Grécia continental, e no Século IX a.C, seus ancestrais fundariam a cidade de Esparta no Peloponeso, mas isso já uma outra história. a Língua falada pelos minoanos era o idioma Eteocretense  era a língua falada pelos Minoicos e usado na ilha de Creta antes da invasão dos exércitos micênicos. A língua estava escrita no que se convencionou chamar de Linear A, (que até hoje não possui tradução) um silabário usado com frequência até 1.420 a.C., com o intuito principal de produzir inscrições religiosas e documentos administrativos. O idioma não tinha qualquer relação com a língua grega.

domingo, 22 de maio de 2011

História pré-cabralina do Brasil

cerâmica marajoara.



exemplar de cerâmica produzida pelas sociedades complexas do Pará em Santarém. Este vaso Tapajó é denominado “Vaso de Cariátides”.

Período Pré-Cerâmico na Amazônia (12000-3000 a.C) 

As datações mais antigas da região amazônica atribuem aos primeiros habitantes da região datas como 12500 a.C. É provável que o território já houvesse sido colonizado anteriormente, mas apenas o avanço da pesquisa na Amazônia poderá confirmar essa hipótese. Os arqueólogos identificam um desenvolvimento da técnica de lascar pedras, começando pelo lascamento por percussão e seguindo para o lascamento por pressão. As mudanças nas técnicas de lascamento são associadas a diferentes modalidades de caça, uma voltada para os animais de grande porte, e outra para os animais de pequeno porte. Nada, contudo, é certo sobre o estilo de caça dos antigos povos amazônicos. Os estudiosos acreditam que esses povos se alimentavam de moluscos (observação baseada na descoberta de sítios como os sambaquis), pequenos animais e frutos. Os sambaquis continuam sendo os principais sítios arqueológicos desse período na Amazônia.


Novas pesquisas em Rondônia atribuem uma antiguidade muito maior à prática da agricultura na Amazônia. De acordo com o arqueólogo Eduardo Bespalez, a agricultura amazônica pode chegar a 8000 anos, uma data próxima dos primeiros registros de agricultura no mundo. Além disso, o sítio arqueológico de Garbin reforça a tese de Ana Roosevelt de que a cerâmica não esteve associada, nas suas origens, à agricultura. Os arqueólogos brasileiros encontraram apenas indústria lítica associada à terra preta (principal indício da prática de agricultura na região). As novas descobertas podem jogar luz sobre os mistérios que envolvem desde o significado de sociedades complexas na Amazônia até as origens da Floresta Amazônica, possivelmente antropogênica. 

Período Cerâmico Incipiente (3000 a.C. a 1000 a.C.)


Durante essa época os povos amazônicos adotaram um estilo de vida similar ao estilo de vida adotado por muitas tribos do território atualmente. Assim, os indígenas teriam vivido em estado de relativa fixação, realizando a horticultura de raízes. Esses grupos desenvolveram a primeira cerâmica elaborada da América, com temas geométricos e zoomórficos, pinturas em tinta branca e vermelha. Os vasos assumiram formatos ovais e circulares. Os grupos de estilos cerâmicos mais conhecidos são chamados de Hachurado Zonado e Saldóide Barrancóide. O último é relacionado a incisões e pinturas em vermelho e branco, enquanto o primeiro à preferência pelo hachurado zonado. Cerâmicas do estilo Saldóide, encontradas no baixo e médio Orenoco, parecem terem sido criadas entre 2800 a 800 a.C. Os estilos Hachurados Zonados de Tutoshcainyo e Ananatuba datam, respectivamente, de cerca de 2000-800 a.C. e 1500-500 a.C. Muitos estudiosos admitiram que essa cerâmica tenha sido influenciado pelos complexos culturais andinos, embora hoje já se admita que os indígenas da Amazônia tenham desenvolvido essa cerâmica elaborada na própria região baixa, tendo provavelmente influenciado os Andes posteriormente.
Essas sociedades praticavam, além da horticultura, caça e pesca. O consumo de mariscos foi reduzido, e esses povos passaram a se instalar nas várzeas e margens dos rios. Assadeiras de cerâmica grossa foram identificadas nesses territórios, de forma que alguns arqueólogos aventam a hipótese da presença da mandioca. Sítios desses complexos culturais foram encontrados na bacia do Ucayali, na ilha de Marajós, no Orenoco e no Amazonas.

"Pré-história" Tardia e Cacicados complexos da Amazônia (1000 a.C-1.5000)
Parece que o aumento demográfico das populações amazônicas na época da Pré-História tardia, combinado a outros fatores, suscitou grandes transformações entre as sociedades indígenas da Amazônia. Entre o ano 1000 a.C. e o ano 1000 d.C. as sociedades que habitavam regiões da bacia amazônica passaram a se organizar de forma cada vez mais elaborada. Os arqueólogos definem estas sociedades como “cacicados complexos”. Elas eram marcadamente hierarquizadas (provavelmente contendo nobres, plebeus e servos cativos), tinham um chefe poderosos na figura do cacique, e adotavam posturas belicosas e expansionistas. O cacique dominava amplos territórios, e tinha como objetivo aumentar seus domínios por meio da guerra. A cerâmica era altamente desenvolvida, havia urnas funerárias (associadas ao culto dos chefes mortos), comércio e os indícios arqueológicos apontam uma densidade demográfica de escala urbana nessas civilizações. Acredita-se que a monocultura era praticada, além da caça e da pesca intensivas, a produção intensiva de raízes e o armazenamento de alimentos.
Crônicas do início do período colonial são hoje empregadas na reconstrução das antigas civilizações brasileiras. Muitos cronistas estrangeiros descreveram elementos indígenas do período dos cacicados complexos. A dissolução dessas organizações sociais normalmente é relacionada à conquista, que teria abalado sua estrutura demográfica.
A cerâmica produzida por estas civilizações é classificada em dois grupos principais: o Horizonte Policrômico e o Horizonte Inciso Ponteado. Entre os sítios arqueológicos que apresentaram vestígios agrupados sob o Horizonte Policrômico estão: os Marajoaras (foz do Amazonas) e o Guarita (Médio Amazonas), entre outros localizados fora da Amazônia brasileira. Entre os sítios arqueológicos associados ao Horizonte Inciso Ponteado encontram-se: Santarém (Baixo Amazonas) e Itacoatiara (Médio Amazonas). O primeiro horizonte é caracterizado pelas pinturas brancas, pretas e vermelhas, pelos temas geométricos e pelas incisões. O segundo horizonte é caracterizado pelas incisões profundas e pela técnica de ponteação. Acredita-se que o Horizonte Inciso Ponteado estivesse associado aos antepassados dos povos de língua Karib, enquanto o Horizonte Policrômico teria sido produzido pelos antepassados dos povos de língua Tupi.
Os grandes sítios amazônicos da época dos cacicados complexos parecem ter tido regiões especializadas para o enterro, o culto, o trabalho e a guerra. A ocupação pré-histórica tardia do território era sedentarizada. A entrada do milho e de outras sementes na região, assim como sua popularização entre os americanos, data do primeiro milênio antes de Cristo

fonte : wikipedia,a  enciclopédia livre artigo História pré-cabralina do Brasil "