| Maquete representando o Mercado de Tlateloco. |
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Astecas
O misterioso Stonehenge brasileiro
Não se sabe quando foi erguido,mas algumas fontes indicam que foi no século 10 (901 -1000), outras entre 2.000 a 1.5000 anos atrás, mas foi aqui no Brasil,numa cidade chamada Calçoene a 400 km de Macapá,
Uma estrutura de pedra, parecida com o Stonehenge encontrado na Inglaterra, não se sabe quem fez, em porque, mas foram encontrados vestígios arqueológicos, como: vasos e máscaras ritualísticas, acredita que os Povos Nativos do Brasil possam ter construído um Observatório Astronômico. suas estruturas de pedra são classificados por menires ( um menir é um monumento pré histórico, que tem sua pedra cravada no solo), a palavra vem do Gaélico que significa "pedra longa". a muito estudo para saber quem fez, mas uma coisa fica clara, os habitantes da floresta, não eram tão primitivos e selvagens como pensamos, já realizavam grandes obras megalíticas, desconhecidas até então para nós. o local também pode ter sido usado como um antigo templo, para os povos amazônicos, que buscavam orientação através do sol. o sitio arquelógico que encontrada tal estrutura foi chamada de Rego Grande de 30 metros de diâmetro. as pedras eram granito que alcançavam uma altura de 3 metros.
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| cachorro perto do "stonehenge" brasileiro, em Macapá, Amapá |
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| Vaso de ceramica, encontrado, em sitio arqueológico, próximo ao monumento megalítico |
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| homem exibe mascara ritualística de cerâmica, encontrada no "stonehenge do Brasil" |
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| outra perspectiva, do stonehenge do brasil, aqui pode ver as formações megalíticas. |
domingo, 21 de agosto de 2011
Civilização Indigena uma cultura perdida
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| índias do Xingu, comemorando 50 anos de criação do Parque Indígena. |
Os povos indígenas que aqui habitavam foram exterminadas pelos invasores europeus (portugueses, ou como os Amerindios os chamavam “perós”, e os franceses, os “mairs”, os tupiniquins chamavam o Brasil de Pindorama ou Pindoretama de Pindó – palmeira e rama – terra do tupi terra das palmeiras, os indios adavam completamente nus, tanto homens quanto mulheres, crianças e pessoas idosas, usavam caminhos de grama pisada chamada de Peabiru que os Incas construíram para eles. estavam na Pré-história, hoje os historiados chamam esse período de Brasil Pré-cabralino (antes da chegada de Pedro alvares Cabral) os indios usavam os macarás (chocalhos usados em rituais), se pintavam com urucum (produzia uma tinta vermelha) o jenipapo (produzia uma tinta azul escura) e o calcário para pintar o corpo de branco. só o cacique, morubixaba ou tuxua podia usar o cocar, os brasilíndios dormiam na rede de descanso o “inni” como eles o chamavam e moravam em ocas ou malocas feitas de madeira e teto de palha.usavam um objeto redondo feito de penas de avestruz chamado Enduap para laçar os inimigos “sumarã” no idioma deles durante a guerra. pois os brasiliindios eram canibais e usavam um instrumento chamado ibirapema um tipo de tacape executor de batia na vitima e matava. eles usavam um pequeno escudo de casca de arvore para se proteger do inimigo. a mulheres plantavam as roças (milho, mandioca, pimenta) e criavam animais (tapir, caituti, tatu), antes da chegado dos europeus a galinha era desconhecida (se bem que no México o Peru, pode ser um “primo” distante da galinha/galo. e o avestruz também. e o gado como boi e vaca, não era conhecido nas Américas. a sucerania chefia era passado de pai para filho. Nas festas os indígenas tomavam uma bebida chamada cauim (uma bebida alcoólica tradicional dos povos indígenas do Brasil sua origem se encontra nos tempos pré-cabralinos Ainda é feito hoje em áreas distantes ao longo do Panamá e da América do Sul. Cauim é feito através da fermentação da mandioca ou do milho, às vezes misturados com sucos de fruta). eram antropofágicos, porém os europeus promoveram um genocídio com os índios sendo sua difícil reconstituir com exatidão a historia dos povos pré-cabralinos de Pindorama. "Um holocausto" Ameríndio.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Roma antiga a força de um Império
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| Mapa do Império Romano em sua máxima extensão cobrindo uma área de 5 milhões de km² |
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| guerreiros gauleses |
| tipica casa celta (lusitânia), durante o Período Pré-Romano, a arquitetura das edificações celtas, variava de nação celta para nação celta. |
terça-feira, 5 de julho de 2011
A verdeira Altântida parte 2
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| Cidade minoana de Akrotiri representada nesse painel |
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| Interior do Palácio de Cnossos, Creta |
os relatos orais, foram passados de geração em geração sobre um passado catastrófico na Ilha de Santorini, na época chama de Thera Creta era centro político do mundo minoico e Thera, o centro comercial. como na Índia a vaca é um animal sagrada, no mundo minoico o touro era um animal venerado, era uma civilização avançada, sofisticada, o Palácio de Cnossos, em seu apogeu, tinha o tamanha de 4 campos de futebol e 1.300 moradias muitas delas a usavam como depósitos, prova que tinha um fim comercial muito importante, mas no palácio de cnossos era usado para cerimônias religiosas e eventos públicos. O touro era uma figura que representava o poder no Mundo minoico, considerada a Primeira Grande Civilização europeia, a ilha de thera se irradiava comercialmente para os outros 3 continentes: áfrica, ásia e Europa, tinha uma arquitetura refinada e belas obras de artes que decoravam com mural nas paredes de seus edifícios, mas bela que a arte egípicia na mesma época claro! acredita-se que a tauromaquia, era um passagem da adolescência a vida adulta de um homem minoico, Platão fala que Poseidon governava a Atlântida e quando estes o desobedeceram e ficou zangado e mandou um grande tsunami engolir o local, em 1.620 a.C , um grande tsunami varreu creta e santorini, isso porque as placas eurafricanas se colidiram, empurrando o magma para fora e causando o pior destrate natural do mundo antigo. para se ter uma ideia da sofisticação as cidades "atlantes" contavam com um sistema de esgotos que só seria alcançado no século XIX!, incrível pensar nisso, nos tempos atuais, no Reino da Espanha, em pleno século 21, ainda se prática um ritual dos touros com algumas modificações e em países latino-americanos falantes de espanhol, muito indiretamente os minoanos influenciaram socialmente
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A verdeira Altântida
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| Tipica moradia dos europeus durante a época da existência da civilização minoana. |
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| Imagem de satélite de Santorini, antes da erupção de um vulcão liocal, a ilha, era muito maior do que hoje |
Não vou falar da Atlântida, propriamente dita, mas da civilização que criou o mito da mesma. Nossa história começa a 3.500 anos, na ilha de Thera, hoje conhecida como santorini ou santorino, na época a ilha era muito maior do que hoje, la havia uma civilização avançada socialmente e politicamente, mas não tecnologicamente, sofisticada mas simplória, conhecida como Minoanos, Minoicos ou Minoenses. Na mesma época em que os europeus, moravam dentro de densas florestas, tropicais, temperadas, tundras, e tendo como moradia choças de barro ou cabana de barro, essa civilização diferente das demais em que sua marca é o patriarcalismo essa porém as mulheres que dominavam a mesma. Ou seja Matriarcalista. havia arenas, em que se realizava touradas, em que o toureiro deveria pular em cima do touro, mas não mata-lo, havia lutas de box etc. esse desenvolveram um sistema comercial amplo comercializando seus produtos com Hititas e Egípcios entre outros povos da época. grandes edifícios brancos largos, quadrados espaçosos dominavam as cidades minoanas. Essa civilização existiu entre 3.000 e 1.500 a.C, chegando a influenciar a Civilização Grega, séculos depois, mesmo depois de seu desaparecimento!. Temos que lembra que os Minoanos, se encontravam na Idade do Bronze e se enquadrava na Antiguidade Oriental, tendo como domínio a Religião, em vez da ciência, não sei quais eram os deuses minoanos, mas com certeza não eram gregos. todos os fenômenos criados pela Natureza como
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| Deusa das serpentes ou sacerdotisa durante um ritual |
| Palácio de Cnosos. |
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| reconstituição da estatua da sacerdotisa |
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| Mulheres minoanas |
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| Mulheres Minoanas 2 |
domingo, 22 de maio de 2011
História pré-cabralina do Brasil
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| cerâmica marajoara. |
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exemplar de cerâmica produzida pelas sociedades complexas do Pará em Santarém. Este vaso Tapajó é denominado “Vaso de Cariátides”.
Período Pré-Cerâmico na Amazônia (12000-3000 a.C)
As datações mais antigas da região amazônica atribuem aos primeiros habitantes da região datas como 12500 a.C. É provável que o território já houvesse sido colonizado anteriormente, mas apenas o avanço da pesquisa na Amazônia poderá confirmar essa hipótese. Os arqueólogos identificam um desenvolvimento da técnica de lascar pedras, começando pelo lascamento por percussão e seguindo para o lascamento por pressão. As mudanças nas técnicas de lascamento são associadas a diferentes modalidades de caça, uma voltada para os animais de grande porte, e outra para os animais de pequeno porte. Nada, contudo, é certo sobre o estilo de caça dos antigos povos amazônicos. Os estudiosos acreditam que esses povos se alimentavam de moluscos (observação baseada na descoberta de sítios como os sambaquis), pequenos animais e frutos. Os sambaquis continuam sendo os principais sítios arqueológicos desse período na Amazônia.
Novas pesquisas em Rondônia atribuem uma antiguidade muito maior à prática da agricultura na Amazônia. De acordo com o arqueólogo Eduardo Bespalez, a agricultura amazônica pode chegar a 8000 anos, uma data próxima dos primeiros registros de agricultura no mundo. Além disso, o sítio arqueológico de Garbin reforça a tese de Ana Roosevelt de que a cerâmica não esteve associada, nas suas origens, à agricultura. Os arqueólogos brasileiros encontraram apenas indústria lítica associada à terra preta (principal indício da prática de agricultura na região). As novas descobertas podem jogar luz sobre os mistérios que envolvem desde o significado de sociedades complexas na Amazônia até as origens da Floresta Amazônica, possivelmente antropogênica.
Período Cerâmico Incipiente (3000 a.C. a 1000 a.C.)
Durante essa época os povos amazônicos adotaram um estilo de vida similar ao estilo de vida adotado por muitas tribos do território atualmente. Assim, os indígenas teriam vivido em estado de relativa fixação, realizando a horticultura de raízes. Esses grupos desenvolveram a primeira cerâmica elaborada da América, com temas geométricos e zoomórficos, pinturas em tinta branca e vermelha. Os vasos assumiram formatos ovais e circulares. Os grupos de estilos cerâmicos mais conhecidos são chamados de Hachurado Zonado e Saldóide Barrancóide. O último é relacionado a incisões e pinturas em vermelho e branco, enquanto o primeiro à preferência pelo hachurado zonado. Cerâmicas do estilo Saldóide, encontradas no baixo e médio Orenoco, parecem terem sido criadas entre 2800 a 800 a.C. Os estilos Hachurados Zonados de Tutoshcainyo e Ananatuba datam, respectivamente, de cerca de 2000-800 a.C. e 1500-500 a.C. Muitos estudiosos admitiram que essa cerâmica tenha sido influenciado pelos complexos culturais andinos, embora hoje já se admita que os indígenas da Amazônia tenham desenvolvido essa cerâmica elaborada na própria região baixa, tendo provavelmente influenciado os Andes posteriormente.
Essas sociedades praticavam, além da horticultura, caça e pesca. O consumo de mariscos foi reduzido, e esses povos passaram a se instalar nas várzeas e margens dos rios. Assadeiras de cerâmica grossa foram identificadas nesses territórios, de forma que alguns arqueólogos aventam a hipótese da presença da mandioca. Sítios desses complexos culturais foram encontrados na bacia do Ucayali, na ilha de Marajós, no Orenoco e no Amazonas.
"Pré-história" Tardia e Cacicados complexos da Amazônia (1000 a.C-1.5000)
"Pré-história" Tardia e Cacicados complexos da Amazônia (1000 a.C-1.5000)
Parece que o aumento demográfico das populações amazônicas na época da Pré-História tardia, combinado a outros fatores, suscitou grandes transformações entre as sociedades indígenas da Amazônia. Entre o ano 1000 a.C. e o ano 1000 d.C. as sociedades que habitavam regiões da bacia amazônica passaram a se organizar de forma cada vez mais elaborada. Os arqueólogos definem estas sociedades como “cacicados complexos”. Elas eram marcadamente hierarquizadas (provavelmente contendo nobres, plebeus e servos cativos), tinham um chefe poderosos na figura do cacique, e adotavam posturas belicosas e expansionistas. O cacique dominava amplos territórios, e tinha como objetivo aumentar seus domínios por meio da guerra. A cerâmica era altamente desenvolvida, havia urnas funerárias (associadas ao culto dos chefes mortos), comércio e os indícios arqueológicos apontam uma densidade demográfica de escala urbana nessas civilizações. Acredita-se que a monocultura era praticada, além da caça e da pesca intensivas, a produção intensiva de raízes e o armazenamento de alimentos.
Crônicas do início do período colonial são hoje empregadas na reconstrução das antigas civilizações brasileiras. Muitos cronistas estrangeiros descreveram elementos indígenas do período dos cacicados complexos. A dissolução dessas organizações sociais normalmente é relacionada à conquista, que teria abalado sua estrutura demográfica.
A cerâmica produzida por estas civilizações é classificada em dois grupos principais: o Horizonte Policrômico e o Horizonte Inciso Ponteado. Entre os sítios arqueológicos que apresentaram vestígios agrupados sob o Horizonte Policrômico estão: os Marajoaras (foz do Amazonas) e o Guarita (Médio Amazonas), entre outros localizados fora da Amazônia brasileira. Entre os sítios arqueológicos associados ao Horizonte Inciso Ponteado encontram-se: Santarém (Baixo Amazonas) e Itacoatiara (Médio Amazonas). O primeiro horizonte é caracterizado pelas pinturas brancas, pretas e vermelhas, pelos temas geométricos e pelas incisões. O segundo horizonte é caracterizado pelas incisões profundas e pela técnica de ponteação. Acredita-se que o Horizonte Inciso Ponteado estivesse associado aos antepassados dos povos de língua Karib, enquanto o Horizonte Policrômico teria sido produzido pelos antepassados dos povos de língua Tupi.
Os grandes sítios amazônicos da época dos cacicados complexos parecem ter tido regiões especializadas para o enterro, o culto, o trabalho e a guerra. A ocupação pré-histórica tardia do território era sedentarizada. A entrada do milho e de outras sementes na região, assim como sua popularização entre os americanos, data do primeiro milênio antes de Cristo
fonte : wikipedia,a enciclopédia livre artigo História pré-cabralina do Brasil "
fonte : wikipedia,a enciclopédia livre artigo História pré-cabralina do Brasil "
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