domingo, 22 de maio de 2011

História pré-cabralina do Brasil

cerâmica marajoara.



exemplar de cerâmica produzida pelas sociedades complexas do Pará em Santarém. Este vaso Tapajó é denominado “Vaso de Cariátides”.

Período Pré-Cerâmico na Amazônia (12000-3000 a.C) 

As datações mais antigas da região amazônica atribuem aos primeiros habitantes da região datas como 12500 a.C. É provável que o território já houvesse sido colonizado anteriormente, mas apenas o avanço da pesquisa na Amazônia poderá confirmar essa hipótese. Os arqueólogos identificam um desenvolvimento da técnica de lascar pedras, começando pelo lascamento por percussão e seguindo para o lascamento por pressão. As mudanças nas técnicas de lascamento são associadas a diferentes modalidades de caça, uma voltada para os animais de grande porte, e outra para os animais de pequeno porte. Nada, contudo, é certo sobre o estilo de caça dos antigos povos amazônicos. Os estudiosos acreditam que esses povos se alimentavam de moluscos (observação baseada na descoberta de sítios como os sambaquis), pequenos animais e frutos. Os sambaquis continuam sendo os principais sítios arqueológicos desse período na Amazônia.


Novas pesquisas em Rondônia atribuem uma antiguidade muito maior à prática da agricultura na Amazônia. De acordo com o arqueólogo Eduardo Bespalez, a agricultura amazônica pode chegar a 8000 anos, uma data próxima dos primeiros registros de agricultura no mundo. Além disso, o sítio arqueológico de Garbin reforça a tese de Ana Roosevelt de que a cerâmica não esteve associada, nas suas origens, à agricultura. Os arqueólogos brasileiros encontraram apenas indústria lítica associada à terra preta (principal indício da prática de agricultura na região). As novas descobertas podem jogar luz sobre os mistérios que envolvem desde o significado de sociedades complexas na Amazônia até as origens da Floresta Amazônica, possivelmente antropogênica. 

Período Cerâmico Incipiente (3000 a.C. a 1000 a.C.)


Durante essa época os povos amazônicos adotaram um estilo de vida similar ao estilo de vida adotado por muitas tribos do território atualmente. Assim, os indígenas teriam vivido em estado de relativa fixação, realizando a horticultura de raízes. Esses grupos desenvolveram a primeira cerâmica elaborada da América, com temas geométricos e zoomórficos, pinturas em tinta branca e vermelha. Os vasos assumiram formatos ovais e circulares. Os grupos de estilos cerâmicos mais conhecidos são chamados de Hachurado Zonado e Saldóide Barrancóide. O último é relacionado a incisões e pinturas em vermelho e branco, enquanto o primeiro à preferência pelo hachurado zonado. Cerâmicas do estilo Saldóide, encontradas no baixo e médio Orenoco, parecem terem sido criadas entre 2800 a 800 a.C. Os estilos Hachurados Zonados de Tutoshcainyo e Ananatuba datam, respectivamente, de cerca de 2000-800 a.C. e 1500-500 a.C. Muitos estudiosos admitiram que essa cerâmica tenha sido influenciado pelos complexos culturais andinos, embora hoje já se admita que os indígenas da Amazônia tenham desenvolvido essa cerâmica elaborada na própria região baixa, tendo provavelmente influenciado os Andes posteriormente.
Essas sociedades praticavam, além da horticultura, caça e pesca. O consumo de mariscos foi reduzido, e esses povos passaram a se instalar nas várzeas e margens dos rios. Assadeiras de cerâmica grossa foram identificadas nesses territórios, de forma que alguns arqueólogos aventam a hipótese da presença da mandioca. Sítios desses complexos culturais foram encontrados na bacia do Ucayali, na ilha de Marajós, no Orenoco e no Amazonas.

"Pré-história" Tardia e Cacicados complexos da Amazônia (1000 a.C-1.5000)
Parece que o aumento demográfico das populações amazônicas na época da Pré-História tardia, combinado a outros fatores, suscitou grandes transformações entre as sociedades indígenas da Amazônia. Entre o ano 1000 a.C. e o ano 1000 d.C. as sociedades que habitavam regiões da bacia amazônica passaram a se organizar de forma cada vez mais elaborada. Os arqueólogos definem estas sociedades como “cacicados complexos”. Elas eram marcadamente hierarquizadas (provavelmente contendo nobres, plebeus e servos cativos), tinham um chefe poderosos na figura do cacique, e adotavam posturas belicosas e expansionistas. O cacique dominava amplos territórios, e tinha como objetivo aumentar seus domínios por meio da guerra. A cerâmica era altamente desenvolvida, havia urnas funerárias (associadas ao culto dos chefes mortos), comércio e os indícios arqueológicos apontam uma densidade demográfica de escala urbana nessas civilizações. Acredita-se que a monocultura era praticada, além da caça e da pesca intensivas, a produção intensiva de raízes e o armazenamento de alimentos.
Crônicas do início do período colonial são hoje empregadas na reconstrução das antigas civilizações brasileiras. Muitos cronistas estrangeiros descreveram elementos indígenas do período dos cacicados complexos. A dissolução dessas organizações sociais normalmente é relacionada à conquista, que teria abalado sua estrutura demográfica.
A cerâmica produzida por estas civilizações é classificada em dois grupos principais: o Horizonte Policrômico e o Horizonte Inciso Ponteado. Entre os sítios arqueológicos que apresentaram vestígios agrupados sob o Horizonte Policrômico estão: os Marajoaras (foz do Amazonas) e o Guarita (Médio Amazonas), entre outros localizados fora da Amazônia brasileira. Entre os sítios arqueológicos associados ao Horizonte Inciso Ponteado encontram-se: Santarém (Baixo Amazonas) e Itacoatiara (Médio Amazonas). O primeiro horizonte é caracterizado pelas pinturas brancas, pretas e vermelhas, pelos temas geométricos e pelas incisões. O segundo horizonte é caracterizado pelas incisões profundas e pela técnica de ponteação. Acredita-se que o Horizonte Inciso Ponteado estivesse associado aos antepassados dos povos de língua Karib, enquanto o Horizonte Policrômico teria sido produzido pelos antepassados dos povos de língua Tupi.
Os grandes sítios amazônicos da época dos cacicados complexos parecem ter tido regiões especializadas para o enterro, o culto, o trabalho e a guerra. A ocupação pré-histórica tardia do território era sedentarizada. A entrada do milho e de outras sementes na região, assim como sua popularização entre os americanos, data do primeiro milênio antes de Cristo

fonte : wikipedia,a  enciclopédia livre artigo História pré-cabralina do Brasil "

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Stonehenge - o mistério dos tempos neolíticos das Ilhas Britânicas

camponeses da Idade Neolítica
moderna representação do edifício, com ele seria, se ele estar em Ruínas.

seriam esse tipo de pessoas que construíram o monumento ?

seria essa passagem bucólica que encontraríamos na época de sua construção ?
Esqueça, essa ideia de ovinis, que Stonehenge (do Inglês arcaico stan - pedra, hencg- eixo) , foi aeroporto para naves extraterrestres, ou construído por ciclopes, Stonehenge foi construida por extraterrestres. Na verdade, essa construção foi feita por seres humanos e começou na Era neolítica, foi construída em 3 grandes estágios, que sua construção ocorreu durante o Neolitico ou Idade da Pedra Polida , e terminou no começo da Idade do Bronze a obra começou em fins do IV milênio a.C, a construção de Stonehenge, mas precisamente em 3.100 a.C, chamado de Período I, nesse época, o canteiro de obras de Stonehenge, não passava de uma de aproximadamente 100 metros de diâmetros, um pequeno santuário de madeira, erguia-se internamente um banco de pedras. O circulo estava alinhado com o pôr do sol e do solstício de inverno, e com as fases da lua. Note-se que ele foi projetado ser um Observatório Astronômico, provavelmente para aplicar o estudo das estrelas, para obter uma melhor precisão, na épocas de plantações e colheitas, havia um "stonehenge", idêntico, chamado de  Woodhenge, como o nome sugere era uma réplica de madeira de Stonehenge, havia um simbolismo entre vida e morte, a madeira representava a vida, pois, já foi um organismo vivo, e pedra morte, pois é fria e sem vida. Em stonehenge, o sacerdote, fazia as comemorações da morte, em homenagem aos ancestrais. e em Woodhenge da  vida que constituía de um banquete, com muita comida, bebida alcoólica e muito sexo, no mesmo período que os animais entravam no cio, havia um sincronismo entre humanos e natureza assim os dois "mundos", celebravam simbolicamente as duas coisas a vida!. Havia uma estrada de terra, que contornava o rio avon, que as pessoas faziam uma procissão entre Stonehenge até Woodhenge, durante 1 dia inteiro, que era propositalmente para chegar ao entadecer em Woodhenge. por volta de 2.500 a.C. quanto a construção desse  monumento, um povo da Idade do Bronze, vindo a Europa Continental, ¹  chamado de povo bell beaker ou cultura bell beaker que  conquistou as Ilhas britânicas, morrendo assim a civilização que teria inciado a construção do mesmo. mas mesmo assim as obras continuaram, para se ter uma ideia, stonehenge levou 2.000 anos ser construído ou 80 gerações!, muito tempo!, apesar disso o monumento foi concluído em 1.100 a.C, na Idade Bronze, e se tornaria um dos mistérios da humanidade.

¹ isso só foi possível foi em 2002, os  arqueólogos britânicos descobriram um esqueleto de um homem que chamaram de  Arqueiro de Amesbury, que carrega um arco e flecha, e pontas de flecha feiras de bronze e não pedra, que em 2.500 a.C, essa tecnologia ainda não existia nas Ilhas Britânicas. 

domingo, 13 de março de 2011

Os Maias

Máscara Maia
Templo Pirâmidal de "El Castillo", pirâmide de Kukulkan ou Templo de Kukulkan
Os Maias foram um povo, cuja origem remontam, meados do III milênio a.C. Vieram, das regiões setentrionais da América (continente Americano), aonde hoje é os Estados Unidos da América, se estabeleceram, na Mesoamérica (América Central), desenvolveram uma avançada civilização, que desenvolveram uma escrita hieroglífica (único sistema de escrita do novo mundo pré-colombiano que podia representar completamente o idioma falado no mesmo grau de eficiência que o idioma escrito no velho mundo), no caso a dos a escrita do Egito Antigo, pela sua arte, arquitetura, matemática e  sistemas astronômicos, exímios astrônomos, após o colapso dos reinos maias do sul, chichén Iztá (uma cidade construída pela  civilização maia-tolteca), foi erguido um Observatório Astronômico, não sei como os maias chamavam, mas os espanhóis, ao ver o edifico, o chamaram de El caracol, o  " O caracol", isso, porque o teto da torre abobada do Observatório Astronômico, parecia uma concha de caracol. eles se localizavam, aonde hoje é a atuais:
 
Guatemala
Sul do México (península de Iucatã) 
 El Salvador
Belize
Honduras

eles estudavam, a lua, o solstício de verão, e de Inverno, apenas, o planeta Vênus com instrumentos rudimentares, algo assombroso, para os padrões atuais, até porque a precisão era perfeita, tinha 3 calendários, ficaram famosos por construir templos-piramidais, o mais famoso foi de "El castillo" ou "O castelo",  ou Templo de Kukulkan foi construído pelos maias itzaés, na antiga cidade de Chichen Itzá, no território pertencente ao estado mexicano de  Iucatã. Seu desenho tem uma forma geométrica pirâmidal, com nove níveis ou  patamares, quatro fachadas, cada um  com uma escadaria central. Nesse edifício, na época em que funcionava, ela realizado o culto ao deus maia Kukulkan  ("serpente emplumada", na língua maia) 
Conta também com motivos que simbolizam os números mais importantes utilizados no calendário Haab (calendário solar agrícola), o calendário Tzolkin (calendário sagrado) e a roda calendárica. Cada uma das suas faces alinha-se com um dos pontos cardeais, e os 52 painéis esculpidos na suas paredes referem os 52 anos do ciclo de destruição e reconstrução do mundo, segundo a tradição maia.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

"Brasil" no ano 1000

Desenho, reconstituindo, a provável aparência das civilizações da Bacia da Amazônia, no ano 1000.  

Mapa mostrando, a distribuição das primeiras civilizações da Bacia da Amazônia


No ano 1000, de nossa era, o atual território brasileiro, era muito diferente dos tempos contemporâneos, por exemplo o estado da Amazônia, era habita por um grande numero de indígenas, os índios não eram muito diferentes do que os ibéricos encontraram no século XVI, aqui na América do Sul, andavam nus, pintavam o corpo, as principais atividades eram : a pesca, a caça e a coleta, a embarcação favorita era a famigerada canoa, eram povos caçadores-coletores, e a principal "indústria" indígena, era a  de Olaria, cujo os principais destaques são a Tapajônica e a mais famosa a Majoara, moravam, em  cabanas de madeira e teto de palha, como na ilustração, porém eram nômades, migravam de um local ao outro com frequência, diferente dos índios do século XVI, que tinha um caráter mais sedentário, e viviam em aldeias, com 8 ocas (aproximadamente). Enquanto, a Europa  estava na Idade Média Plena ou Clássica (século XI-XIII), as "civilizações" amazônicas floresciam culturalmente.  Contemporâneos dos Maias, se tornaram um povo sofisticado, que agora historiadores, arqueólogos e  especialistas começam a descobrir e desvendar. A mil anos atrás a Amazônia brasileira, era diferente de hoje! primeiro, não haveria grandes áreas desmatadas, e ocupada por pastagens para o gado, encontraríamos, aldeias, fortificadas com paliçadas em volta da mesma. e até áreas de fazendas, para produzir culturas como milho e mandioca. Em outros locais haveria centros  cerimônias desenhados por alinhamentos de pedra dispostos em forma de circulo, em locais distantes como na Ilha de Marajó, é no Acre, por exemplo que os arqueólogos encontraram aterros para moradia e centros para rituais.

Pintura Corporal:

Pinturas sofisticas continham representações sociais como a pertencer a um determinado clã ou até mesmo a pertencer a uma ordem religiosa e também representa o  grau de poder, dentro do clã

Paliçadas:

Semelhantes as que os índios daqui do Sudeste do nosso país, durante o século XVI, na Amazônia as paliçadas, alguns continham cabeças humanas, como os tupinambás. No século XI, as paliçadas já eram feitas por índios amazônicos, feitos de troncos de árvores. Ao mesmo material que os índios do sudeste usariam no século XVI, como os Tupinambás e tupíniquins. Que os índios chamavam os grupos étnicos cuja as cabeças foram expostas em cima das paliçadas os chamava de "maracajá" , gato do mato, na língua indígena.

Aterros

Da Ilha de Marajó, até o Acre, eram construídos montículos de terra e pedaços de cerâmicas, para sustentar moradias.


Várzea do Rio

Como, no Antigo Egito, que as cheias do Nilo, permitiam, promover a agricultura, graças ao seu transbordamento das suas águas, o solo ficava riquíssimo em húmus. Aqui no atual território brasileiro, as cheias dos rios permitiam promover uma agricultura intensiva, além da pesca, que continha uma variedade de proteínas derivada de animais aquáticos.


Floresta Manejada

A destruição da floresta amazônica dos dias de hoje, é resultado da ação predatória do ser-humano, mas a mil anos atrás, arvores frutíferas ocupavam as imediações das aldeias, abertas pelo fogo.


Foi nessa época, que os geoglífos, encontrados recentemente, na Amazônia, foram feitos, ninguém sabe o que representa os desenhos. Hoje, os arqueólogos, concordam, o a Amazônia, no século XI, era densamente povoada, mas ninguém sabe, qual era o número certo de habitantes. Da Amazônia central ao Oceano atlântico, perto do qual se localizam importantes centros cerimônias, antes da catedral de nortre dame, no Reino da França, o rio amazonas se transformou na maior rede fluvial da América do Sul, e altamente ocupada. Se pudesse voltar encontraríamos, mulheres carregando em cestas de madeira, peixes, um grande numero de canoas, animais como jacaré, peixes e aves, que serviam, de alimento para os nativos amazônicos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pedra do Ingá - um enigma milenar

 Vista total do Monumento.
A Pedra do Ingá, é um monumento arqueológico, sendo considerado um dos mais importantes do mundo, localizado no munícipio do Ingá, a 96 km de João Pessoa, no estados nordestino da Paraíba, a pedra também chamada de Itacoatiara do Ingá, a palavara Itacoatiara, em língua tupi significa pedra.ninguém sabe, por quem foi, e nem porquê ! e igual a Stonehenge ou mais ou menos, isso, Stonehenge vêm  do Inglês antigo ou arcaico "Stan" - pedra  e "hencg" - eixo. È um monumento megalítico da Idade do Bronze, localizado na planície de Salisburypróximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, no Sul da Inglaterra. Ninguém sabe, quem construiu, o propósito, de Stonehenge, segundo especialistas, seria um antigo Observatório Astronômico, o mesmo ocorre a Pedra do Ingá, Trata-se de um conjunto de pedras, onde há inscrições cujo significado são desconhecidos, as origens que são apontadas são que ela seria de origem fenícia, porém eu discordo disso, pois, não há comprovação científica que os fenícios, chegaram aqui nas Américas. Mas provavelmente feitos por índios que habitavam o atual Estado da Paraíba. Nessas pedras, estão esculpidas várias figuras diversas, representando animais, frutas, humanos, constelações e até a Via Láctea. A pedra constitui-se em formação de Gnaissse. Outra hipótese, e que a pedra foi criada durante os século XVIII (18) (1701-1800), por Índios que viviam, naquela região.

Machu Picchu - a cidade perdida dos Andes



Machu Picchu, é uma cidade Pré- colombiana a 2400 metros de altura, as ruínas da cidade foi vista pela primeira vez  em 1865 pela naturalista Italiano Antonio Raimondi, passou próximo as ruínas sem saber sua existência e escreveu e quão despovoada era a região. Em 1867, um empresário alemão chamado Augusto Berns, não só descobriu como montou uma empresa de mineração. Mas só foi em 1911 que o  professor norte-americano Hiram Bingham, a frente da uma expedição da Universidade de Yale descobriu e divulgou ao mundo a existência de Machu Picchu, em 24 de julho de 1911. Ninguém sabe o que era a cidade muito se discute qual o seu proposito e porque foi construído em um lugar tão alto. Alguns afirmam que foi um posto militar, outros dizem que um refúgio religioso, para a Corte e o próprio Sapa Inca, a verdade que podeter sido uma cidade, um centro  religioso, pois foi encontra um Templo de pedra dedicado ao deus sol
(Templo do Sol)  ou em Quíchua "Apu Inti" o servidor de Viracocha" (para os incas, o deus supremo, que criou tudo, o universo, os planetas e as estrelas), quanto a arquiteta da cidade, não era muito bela,  a cidade, as casas, eram feitas de pedra e os telhados eram feitos de palha, havia um calendário solar que em quíchua se escreve Intihuatana, ou seja do quíchua "lugar aonde se amarra o sol", é uma estrutura em pedra de duas escadarias, e foi concebido para se alinhar as estrelas e ao sol. é um estrutura sagrada para os incas, pois se ligava a Apu inti.  Algumas outras teorias dizem que pode ser uma cidade para controlar as regiões do Império Inca (Tawantynsuyu). Foi concebido por Pachacuti. O  local é símbolo do Império Inca, a duas áreas principais:

a) uma zona agrícola

b) uma zona de templos sagrados e casas


Zona Agrícola:
Na zona agrícola, foram encontrados terraços em forma de balanço para cultivo ou seja executar a agricultura,  que na prática é uma "escadaria" em ladeira, são estruturas construída a partir de um muro e preenchidas com  diversos tipos de materiais (pedras grandes, medias, pequenas, cascalhos, argila e terra de cultivo), assim como na região chove muito a água da chuva, danificava, as plantações, mas esse sistema de agricultura, evita não a manutenção das fazendas mas das edificações que constituam a cidade.






Espártaco - o gladiador rebelde

                                           Kirk Douglas como Espartaco (1960), de Kubrick 

Espártaco, que nasceu em 120 a.C, na Trácia, pouco se sabe, sobre a sua vida antes de se rebelar contra a República Romana em 73 a.C, mas segundo Plutarco Espártaco, se revoltou pelos maus-tratos recebidos pelos Lanistas. Se revoltou e armados com facas de cozinhas matam seus instrutores. fugindo no caminho encontram algumas carroças com equipamentos (armas e armaduras) para gladiadores, eles matam os guardas que conduziam as carroças e roubam o equipamento e com um pequeno grupo de 78 homens  fogem, o ano era 73 a.C, a República Romana, esta chegando ao fim. Faltava 46 anos, para a fundação do Império Romano no dia 16 de janeiro de 27 a.C, quando Senado romano, vota a favor para que Otávio se torne o primeiro imperador romano, mas isso é uma outra história. Mas voltando, os rebeldes  ao fugirem, capturam a guarnição de cápua, em seguida Roma, toma uma providência a respeito dos gladiadores envia um exército de 3 mil homens, mas eram inexperientes, e Espártaco massacra  os homens do pretor clódio. Uma outra expedição é enviada para brecar os homens de Espartaco, Roma envia um comandante chamado  Públio Varínio, primeiramente derrotam em combate, um comandante chamado Fúrio, com 2 mil homens e 3 ursos  e outro comandante romano chamado Cossino,  tentou capturar Espartaco enquanto, se banhava nun lugar chamado salinas, mas não conseguiu, seus homens forma derrotados e de Varínio também, e Espartaco mandou que seus pilhassem toda a Península Itálica, o Senado Romano, inquieto em relação a Espartaco e seu homens, mandou 2 cônsules derrotar Espartaco, não só pela vergonha da República Romana ter sido derrotada várias pelos ex-gladiadores, mas pelo perigo que Península Itálica corria, como se fosse uma das mais árduas guerras a se enfrentar. O Cônsul  Lúcio Gélio Publícola, atacou de surpresas as tropas germânicas que tinha se perdido de Espártaco, que submeteu ao fio da Espada. Lêntulo, sitiou com seus homens Espartaco,  e todos que se seguiram foram vencidos. Razão pela qual  avançando pelos Alpes o pretor  e governador da Gália, Cássio, enfrentou com um  exército de 10 mil homens, mas infelizmente cássio foi derrotado, e seu exército massacrado, ao saber da notícia o Senado, retirou os dois Cônsules da guerra e convocou outro Cônsul  Marco Licínio Crasso, em 71 a.C, graças a sua reputação positiva muitos moços nobres o seguiram. Craso é assentado seu acampamento na Romanha, esperava Espartaco com duas legiões e proibiu seus homens de promover contra Espartaco uma escaramuça, Múmio, quando se viu na possibilidade de fazer alguma coisa foi derrotado, isso irritou Crasso, mas os que conseguiram fugir perderam sua armas. Craso atacou Espartaco, esse ultimo se viu obrigado a recuar para a região sul da Itália, chegando a costa encontrou alguns navios de corsários (piratas) cilícianos. No estreito de Messina. Isto o animou a ir a Sicília ; e enviar para lá 2 mil homens, para liberar os escravos que lá moravam. Crasso sabendo disso, impediu a sublevação dos escravos da Sicília, e impediu que chegassem reforços a Espártaco, Crasso mandou seu homens construir uma trincheira, mandou construir uma muralha alta e extensa, Espartaco zombou da Muralha, mas quando ordenou as seus homens a pilhagem da Ilha, foi impedido pela mesma. Espártaco, numa noite de neve espessa, e vento impetuoso, mandou encher a trincheira de cascalhos, galhos de árvore, terra e pedras e mandou que 1/3 do seu exército marchasse a nova estrada. Crasso ficou receoso que Espártaco tomasse a decisão de atacar a capital, mas após refletir e pensar sobre o assunto, chegou a conclusão que havia um desentendimento  entre Espártaco e seus homens, e que um grupo do exército dele fora acampar no lago da Lucânia, cuja a água em tempos se torna doce. Craso atacou o grupo de soldados de gladiadores, no começo estava ganhando o conflito, até aparecer de repente Espártaco com seu Exército e a luta cessou. e Crasso, que havia escrito ao Senado para chamar Lúcio da Trácia e Pompeu da Hispânia, se arrependeu de havê-lo pois a glória da conclusão da guerra recairia sobre os récem-chegados, e Crasso não queria isso, mas sim sobre ele. o Capitães Caio Caníco e Cato enviou a Crasso 6 mil homens de infantaria, sem que o inimigo soubesse, mas duas mulheres o perceberam, e um luta começou morreram 12 mil  e 300 homens de Espártaco, Perante essa derrota ele se retirou para as montanhas de Petélia, perseguindo e escaramuçando sem trégua. Porém no fim do dia, todo mundo e Espártaco, voltou a massacrar os romanos, e o tesoureiro de Crasso Escroía, ficou gravemente ferido. Ironicamente, essa vitória de Espártaco sobre os romanos, acabaria gerou sua própria ruína, encheram-se de  tamanho orgulho e audácia que não quisseram mais combater, nem aceitar as ordens de Espártaco. Era preciso, voltar depressa para a Lucânia e derrotar os romanos mais uma vez. Pompeu se aproximava, e a luta final também. Um dia Crasso mandou construir uma nova trincheira, enquanto Espártaco, chegou e começou uma luta violenta. e começaram a chegar reforços, Espártaco de viu obrigo a abrir mão de seus recursos, desceu do cavalo tirou a espada da bainha e matando o cavalo disse :



Cquote1.svgSe eu for vencido neste combate, ele de nada me servirá. E, se eu for vitorioso, muitos deles, belíssimos e excelentes, terei dos inimigos à minha disposição.Cquote2.svg
 Espártaco matou dois centuriões romanos que o enfrentava, os homens de crasso começou a montar um cerco sobre os homens de Espártaco e sendo retalhados apesar de Crasso, ter feito uma boa performance na guerra concluído bem seu dever como comandante o merito ficou a Pompeu, apesar de  Crasso ter derrotado Espártaco e seus homens e  " arrancou a raíz" dessa guerra. Pompeu teve assim entrada triunfal em Roma, por haver vencido Sertório e reconquistado a Hispânia. A Crasso foi-lhe concedida uma ovação após a sua vitória. Não recebeu um triunfo por ter sido ganha contra escravos, mas o senado permitu-lhe portar a coroa de loureiro em vez da de mirto, considerando a importância desta vitória.


Crasso puniu os que sobreviveram à sua investida contra Espártaco, mandando crucificar 6000 revoltosos ao longo da Via Ápia (de Cápua até Roma).